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    Educrescere Tatuí chega para somar
    Unidade de ensino é voltada para pessoas de todas as idades
    e surgiu de necessidade

    Uma escola para pessoas de todas as idades e com interesses diversificados. Essa é uma das várias definições que se encaixam no perfil da Educrescere Tatuí. A unidade de ensino é voltada para pessoas de todas as idades e surgiu de necessidade identificada pelas empresárias Fabiana Grechi e Luciana Orso.
    Localizada na rua Martiniano Azevedo, 78, no centro, a Educrescere Tatuí é uma escola para crianças, jovens e adultos com interesses diversificados. Construída com base em projeto arquitetônico totalmente inovador para os padrões do município, a escola mira no desenvolvimento das potencialidades e chega para somar forças com as unidades convencionais.
    Resultado de uma criação, que se transformou em adaptação de ideias, a Educrescere Tatuí é fruto da observação feita pelas empresárias sobre uma demanda. Elas perceberam que existe em Tatuí e na região a ausência de espaços que facilitem a descoberta de talentos e das potencialidades.
    O conceito é simples: é identificar a forma com que cada um aprende e explorar o que tem de melhor como ferramenta para alavancar o aprendizado. O resultado alcançado por quem participa das atividades desenvolvidas a partir deste mês na Educrescere Tatuí é o desenvolvimento do talento.
    “As pessoas que tiverem interesse de desenvolver uma habilidade ou de encontrar uma atividade que gostem ou que seus filhos encontrem, podem nos procurar”, convida Luciana.
    A empresária informa que não há limite de idade para participação de oficinas especializadas. Entretanto, o público a ser atendido é de pessoas a partir dos 4 anos. A proposta é fazer com que pessoas nos mais variados estágios da vida e com as mais variadas experiências troquem conhecimento.
    A escola é composta por nove salas multiuso e flexíveis. Elas têm tamanhos diferentes e com possibilidade de trabalhos diversos. Os ambientes serão utilizados de acordo com a preferência do curso escolhido pelos alunos.
    Também pode haver uma variação a partir da necessidade do facilitador, como são chamados os professores. Na Educrescere, quem transfere conhecimento ganha nome especial, tem papel diferenciado e mais participativo.
    “Os facilitadores são profissionais que vão interagir, oferecer ferramentas para que os alunos possam desenvolver trabalhos dentro e fora das oficinas”, explica Luciana.
    Da mesma maneira que os ambientes não são fixos, a grade curricular também não será. Em particular, porque a Educrescere quer reforçar o conceito de que é uma escola para todo mundo. E, em especial, porque os cursos, oficinas e orientações podem atrair público também diversificado.
    A oficina de jogos para celular, por exemplo, deve atrair mais jovens. A de degustação musical, por outro lado, pode ser completada por um público mais adulto. Mas, como citam as empresárias, não necessariamente assim. “Nós não queremos limitar as pessoas”, ressaltam Luciana e Fabiana.
    Mesmo não sendo uma escola convencional, a Educrescere promoverá ensino de disciplinas regulares. Elas poderão ser frequentadas independentemente do ano escolar. “Mas ela não é só para estudantes”, conta Fabiana.
    A professora enumera que a unidade vai oferecer atividades voltadas ao trabalho manual e ao desenvolvimento da mente, do raciocínio, da concentração. O programa inclui teatro, circo, musica e robótica. Todo o conteúdo será trabalhado de maneira mais ampla e voltado à prática e dia a dia das pessoas.
    “Todo mundo tem uma criatividade muito grande. O que acontece é que essa criatividade só precisa ser alimentada. É isso que faremos aqui”, conclui.
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